sábado, 12 de dezembro de 2009

Programação de Natal

Há muito tempo não se via esse espírito natalino em nossa cidade. Isso tem muito a ver com a forma de governar e os valores que os governos acreditam. Por isso, é simples deduzir porque esse espírito existe hoje e não em passado recente.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Vai subir ainda mais a popularidade para o desespero da elite!


Crônica política

Mas que merda!

Na noite de quinta-feira, depois de assistir a telejornais indignados por o presidente Lula ter dito a palavra “merda”, enquanto exercito o polegar no controle remoto passo pelo canal a cabo “Multishow”. Um grupo de belas garotas está conversando. Meninas, pouco mais do que pós-adolescentes. Das idades de minhas filhas.
Não vi direito quantas eram; creio que cinco, mas não importa. Quero lhes dizer o que põe no ar uma mídia que se escandaliza com o presidente por ele ter dito a palavra merda a uma platéia de pessoas humildes que, a diferença de mim, certamente não viram absolutamente nada demais no que tinham acabado de ouvir.
As Garotas do “Multishow” falavam sobre suas preferências ao fazer sexo. Com detalhes. Muitos detalhes. E, ao se referirem aos próprios órgãos genitais e zonas erógenas, e sobre o que preferiam em termos de posições e formas do ato sexual, usavam termos que operários da construção civil “mamados” até a tampa talvez hesitassem em usar.
Não sei se estou me fazendo entender... Vejam bem, não posso usar as palavras que elas usaram. Não num texto jornalístico. Acho que não precisa. Tem gente que se sente mal. Eu não ligo, mas eu sou apenas eu. Temos a obrigação, todos, de pensar assim.
Gosto de sexo como qualquer outra pessoa, mas tenho filhas daquela idade. Converso com elas sobre sexo, mas não ficamos falando de sacanagem. Não consigo manter uma intimidade dessas com um grupo de garotas sem me sentir mal. Sou pai de garotas iguais àquelas do "Multishow", pô!
Enfim, o simples fato de ter assistido àquilo já me fez mal. Sei que as mulheres – muitas, mas não todas –, como nós homens, falam de sexo daquele jeito mesmo, mas a mídia não precisava também pôr uma conversa daquelas na tevê e depois vir se horrorizar quando o Lula fala uma angelical de uma palavra merda.
Não sei se vou chocar a alguém, mas sou obrigado a lhes dizer uma coisa: mas que merda de mídia nós temos neste país, hein!
Escrito por Eduardo Guimarães

É tudo igual!

Num determinado momento na Câmara de Vereadores quando se falava de uma multa dada para a "OI", não deu para segurar. Escrevi e depois li no microfone da Câmara o seguinte:

OI!
Sou VIVO!
É CLARO que estou apenas interessado em TIM, TIM,
o sonzinho da moeda.

Hipocrisia

Há políticos que sabem que precisam ser votadas determinadas leis. Reconhecem nos bastidores que o caminho é esse, mesmo que algumas medidas possam não ser tão simpáticas. Exemplo disso foi a readequação do IPTU. Dizem que são a favor mas politicamente não podem votar por causa do partido. Depois, vão fazer "teatro" na tribuna para agradar "os que pressionam de cima".Uma pena que não se consegue ainda quebrar essa lógica ilógica.
Quando a questão é apenas política, os argumentos são "pobres", se maximiza o que interessa e se "minimiza" os avanços. Ainda temos que avançar muito nessa chamada "democracia" que tem muito pouco de "democracia". Pior é a gente escutar alguns políticos falarem: "olha vou votar contra mas estou com vocês". Dá de tudo nesse mundão da política.
E aqui não se trata de atacar ninguém. Funciona assim mesmo! Repito: não se trata de atacar, mas quero expressar que discordo disso! Não é possível partidos políticos ficarem apenas querendo destruir avanços dos outros. Brigar pela ideologia é na hora da eleição e até no dia-a-dia. Mas isso tem limite! Se todos querem o bem comum como dizem, como que um partido num município readequa o IPTU com os mesmos argumentos que se usou aqui e esse mesmo partido aqui faz um discurso diferente? Essas contradições é que precisam ser trabalhadas para que se faça política com maior grandeza. Ser oposição apenas por ser, não tem sentido. Lembro quando fui oposição. Era oposição ao modelo de desenvolvimento e forma como se gastava nossos impostos. O que acontece hoje é diferente. Estamos noutro modelo. Aliás, o modelo "coronelista e centralizador" anterior, hoje não tem mais espaço.
Espero e acredito que o Governo Municipal deixe bem claro para a população a necessidade da readequação do IPTU. Tenho convicção que conhecendo bem essas razões e com boa aplicação da arrecadação, Brusque será uma cidade ainda melhor do que foi nesse ano. As mudanças estão aí para que todos vejam. É só ter um pouquinho de memória.

Coragem

O Governo Municipal teve muita coragem. Há 16 anos que não se mexia no IPTU. Por medo de perder voto, governos anteriores foram irresponsáveis e deixaram rolar. Agora, os mesmos que não tiveram coragem vão ser os que farão as críticas. O importante é que a população já viu o que se fez com o IPTU desse ano. E com certeza verá muito mais no próximo ano!

Novos ataques previsíveis

O "jornalzinho da viúva" elegeu o trânsito para atacar. Aliás é um jornal que não tem solução prá nada. Não lia fazia tempo, agora, vez ou outra dou uma lida para ver minhas previsões. Todas batem. Querem saber qual a próxima? IPTU! Fácil, não é? Vai dizer as coisas pela metade! Aguardem! Ah! vai falar em tantos mil por cento de aumento, mas vai esconder o valor em dinheiro. O negócio é criar impacto! Coitada da natureza! Mais sujeira em nossos jardins!

Viva Cuba! Cuba resiste!

A blogueira Yoani e suas contradições

Frei Betto
O mundo soube que, a 7 de novembro último, a blogueira cubana Yoani Sánchez teria sido golpeada nas ruas de Havana. Segundo relato dela, “jogaram-me dentro de um carro... arranquei um papel que um deles levava e o levei à boca. Fui golpeada para devolver o documento. Dentro do carro estava Orlando (marido dela), imobilizado por uma chave de karatê... Golpearam-me nos rins e na cabeça para que eu devolvesse o papel... Nos largaram na rua... Uma mulher se aproximou: “O que aconteceu?” “Um sequestro”, respondi. (www.desdecuba.com/generaciony ) Três dias depois do ocorrido nas ruas da Havana, Yoani Sánchez recebeu em sua casa a imprensa estrangeira. Fernando Ravsberg, da BBC, notou que, apesar de todas as torturas descritas por ela, “não havia hematomas, marcas ou cicatrizes” (BBC Mundo, 9/11/2009). O que foi confirmado pelas imagens da CNN. A France Press divulgou que ela “não foi ferida.” Na entrevista à BBC, Yoani Sánchez declarou que as marcas e hematomas haviam desaparecido (em apenas 48 horas), exceto as das nádegas, “que lamentavelmente não posso mostrar”. Ora, por que, no mesmo dia do suposto sequestro, não mostrou por seu blog, repleto de fotos, as que afirmou ter em outras partes do corpo? Havia divulgado que a agressão ocorreu à luz do dia, diante de um ponto de ônibus “cheio de gente.” Os correspondentes estrangeiros em Cuba não encontraram até hoje uma única testemunha. E o marido dela se recusou a falar à imprensa. O suposto ataque à blogueira cubana mereceu mais destaque na mídia que uma centena de assassinatos, desaparecimentos e atos de violência da ditadura hondurenha de Roberto Micheletti, desde 27 de junho. Yoani Sánchez nasceu em 1975, formou-se em filologia em 2000 e, dois anos depois, “diante do desencanto e a asfixia econômica em Cuba”, como registra no blog, mudou-se para a Suíça em companhia do filho Téo. Ali trabalhou em editoras e deu aulas de espanhol. Em 2004, abandonou o paraíso suíço para retornar a Cuba, que qualifica de “imensa prisão com muros ideológicos”. Afirma que o fez por motivos familiares. Quem lê o blog fica estarrecido com o inferno cubano descrito por ela. Apesar disso, voltou. Não poderia ter assegurado um futuro melhor ao filho na Suíça? Por que regressou contra a vontade da mãe? “Minha mãe se recusou a admitir que sua filha já não vivia na Suíça de leite e chocolate” (blog dela, 14/08/2007). Na verdade, o caso de Yoani Sánchez não é isolado. Inúmeros cubanos exilados retornam ao país após se defrontarem com as dificuldades de adaptação ao estrangeiro, os preconceitos contra mulatos e negros, a barreira do idioma, a falta de empregos. Sabem que, apesar das dificuldades pelas quais o país atravessa, em Cuba haverão de ter casa, comida, educação e atenção médica gratuitas, e segurança, pois os índices de criminalidade ali são ínfimos comparados ao resto da América Latina. O que Yoani Sánchez não revela em seu blog é que, na Suíça, implorou aos diplomatas cubanos o direito de retornar, pois não encontrara trabalho estável. E sabe que em Cuba ela pode dedicar tempo integral ao blog, pois é dos raros países do mundo em que desempregado não passa fome nem mora ao relento... O curioso é que ela jamais exibiu em seu blog as crianças de rua que perambulam por Havana, os mendigos jogados nas calçadas, as famílias miseráveis debaixo dos viadutos... Nem ela nem os correspondentes estrangeiros, e nem mesmo os turistas que visitam a Ilha. Porque lá não existem. Se há tanta falta de liberdade em Cuba, como Yoani Sánchez consegue, lá de dentro, emitir tamanhas críticas? Não se diz que em Cuba tudo é controlado, inclusive o acesso à internet? Detalhe: o nicho Generación Y de Sánchez é altamente sofisticado, com entradas para Facebook e Twitter. Recebe 14 milhões de visitas por mês e está disponível em 18 idiomas! Nem o Departamento de Estado do EUA dispõe de tanta variedade linguística. Quem paga os tradutores no exterior? Quem financia o alto custo do fluxo de 14 milhões de acessos? Yoani Sánchez tem todo o direito de criticar Cuba e o governo do seu país. Mas só os ingênuos acreditam que se trata de uma simples blogueira. Nem sequer é vítima da segurança ou da Justiça cubanas. Por isso, inventou a história das agressões. Insiste para que suas mentiras se tornem realidades. A resistência de Cuba ao bloqueio usamericano, à queda da União Soviética, ao boicote de parte da mídia ocidental, incomoda, e muito. Sobretudo quando se sabe que voluntários cubanos estão em mais de 70 países atuando, sobretudo, como médicos e professores. O capitalismo, que exclui 4 bilhões de seres humanos de seus benefícios básicos, não é mesmo capaz de suportar o fato de 11 milhões de habitantes de um país pobre viverem com dignidade e se sentirem espelhados no saudável e alegre Buena Vista Social Club.
Frei Betto é escritor, autor de “Calendário do Poder” (Rocco), entre outros livros.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Como diz bobagem

Esse Prates diz bobagem. Destila seu veneno contra os pobres e se mostra "dono da verdade". Defendeu a ditadura militar de forma vergonhosa em programa da RBS. Desrespeitou a todos e todas que deram a vida para acabar com a matança no país. Diz ele - em outras palavras - que como jornalista nunca foi incomodado pelos militares. Claro que não! Como seria incomodado se defendia esse regime?

Casa do Papai Noel (4)

Cerca de de 2500 pessoas já visitaram a casa.
De fato o Espírito de Natal está presente na cidade.
Independentemente de ser cristão ou não, todos tem que reconhecer que o Menino do Natal fez história em sua passagem pela terra.
Comércio, Casa de Papai Noel, festa, encontro ganham seu verdadeiro sentido quando o Menino não é esquecido. Esse espírito está presente na cidade.
Que bom!

Casa do Papai Noel (3)

Além das riquezas de detalhes, os shows quase diários da casa, ajudam a dar um tom ainda mais humano e divino ao belo espaço. Quem ainda não viu, vale a pena conferir!

Casa do Papai Noel (2)

Vasta programação cultural acontece na casa até o Natal.
Vale a pena conferir!

Futebol ou guerra?

Complascentes, os árbitros também colaboram com a guerra fora de campo permitindo faltas criminosas dentro do campo. Não expulsam, fazem de conta que não vêem. Não foi diferente nos jogos de ontem. Futebol virou guerra dentro e fora de campo. Sem querer tirar méritos de ninguém o que se assiste são acertos, muita grana em jogo e muita pancadaria. O que deveria ser divertimento virou luta livre, guerra e acertos espúrios de todos os lados. Mas nada disso justifica o que aconteceu em Curitiba, Rio e em Santos. Que vergonha!! Repito: já gostava mais de futebol!