domingo, 8 de abril de 2012
Triste constatação
Pesquisa desnorteia oposição
Palanque
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Crime premiado
Artigo - Jornal em Foco
A parafernália da modernidade
Muitos de nós, quando saímos de casa pela manhã para o trabalho, carregamos uma penca de “bagulhos” e quando falta uma peça dessa “bagulhada” nos desesperamos. Difícil lembrar tudo que precisamos carregar.
É uma relação imensa: chave da casa, alarme da casa, chave do carro, alarme do carro, alarme do portão de entrada do trabalho, chave do local do trabalho, notebook, chave da sala do local do trabalho, celular pessoal, celular da empresa, carteira com todos os documentos e mais um rosário de coisas de acordo com a rotina de cada um.
Passamos muito tempo para ajeitar cada peça dessa e aquilo que deveria vir para ajudar no nosso dia para que aproveitássemos melhor as horas, acaba vindo para ocupar todo nosso tempo. É preocupação com carregar, recarregar celular, trocar baterias e pilhas de equipamentos eletrônicos que sobra pouco tempo para recarregarmos nossas próprias “pilhas”.
Adiantamos nossa ida para o além. É remédio para um monte de coisa para podermos viver a vida com normalidade. Diminuímos nosso tempo de passagem pelo planeta por conta da judiaria que fazemos com nosso corpo e mente, que teimam em resistir às preocupações da vida moderna, mas perdem o jogo. Ah! e estamos falando só de um dos aspectos desse cotidiano corrido que praticamente todos estamos envolvidos.
É evidente que o corre-corre das pessoas podem ter várias motivações: causas coletivas das mais diversas, interesses comerciais, causas humanitárias, causas religiosas. Mas praticamente ninguém mais escapa dessa “parafernália” diária de coisas que a modernidade nos impõe sob o risco de ficarmos fora do ritmo do mundo que nos cerca.
O que fazer?
Ter o domínio sobre toda a tecnologia que nos cerca. Mais do que ter o domínio de conhecer tudo, é fazer com que esse “monstrengo” não nos domine e acabe com nossas relações. Nada substitui o ser humano, a conversa, o calor da amizade, um beijo, um afago, um abraço.
Se soubermos usar tudo isso como um meio e não como um fim, isso pode nos ajudar. Mas é preciso ter coragem para dizer não para muita “parafernália” que nos atrapalha e que um sistema nos impõe, na maioria das vezes para dar um status e uma felicidade que, se baseada nisso, não se sustenta.
Valmir Ludvig
terça-feira, 20 de março de 2012
Família e Câmara
Obras desnorteiam a oposição
Bateu o desespero na oposição
segunda-feira, 19 de março de 2012
Produção de fofocas
quinta-feira, 15 de março de 2012
Muitas obras
quarta-feira, 14 de março de 2012
As carpideiras da manhã
Voltamos!
- Depois de um tempo sem alimentar o blog, resolvemos voltar!
- Espero poder contribuir com algumas reflexões. Fiquem à vontade
para sugestões e críticas. - Todas as terças-feiras colocarei minha coluna semanal que é publicada
no Jornal Em Foco. - Colocarei aqui também outros artigos que já publiquei no jornal.
Coluna - Jornal em Foco - 13/03/12
Fui jovem e sempre gostei de música. Portanto a desculpa de se falar algumas coisas buscando desculpas para dizer que “isso é coisa da juventude” nem sempre reflete a realidade.
Não consigo compreender que uma criatura vestida de gente coloque som no carro para sair pelas ruas da cidade ou do bairro durante o dia ou à noite para se exibir. Tal atitude, desumana, não leva em consideração as crianças, os idosos ou qualquer cidadão ou cidadã que não tem obrigação de ouvir num volume elevadíssimo aquilo que não quer.
Num dia desses, nessas férias, ao caminhar pelas areias da Praia de Perequê um som alto incomodava muita gente. Quase não acreditei no que vi. A parafernália barulhenta estava instalada dentro de um carrinho de mão.
Chegamos a tal ponto que a criatividade da insensibilidade não tem mais limite. O problema é que cada vez menos conseguimos impedir que tais criações tenham um fim. Aliás, quando falamos contra isso, somos taxados de quadrados, de ultrapassados e outros adjetivos nada bonitos.
Parece que quando chamamos a atenção para essa aberração o errado somos nós. Não vou me espantar se daqui a pouco as fábricas vão inventar de fazer carrinhos de mão já equipados com som para que os “jovens avançados” possam dar voltinhas com seus carrinhos incrementados pela praia afora. Nem é bom pensar nessa idéia! A praia, já poluída de tanta sujeira ficaria completa como nos grandes centros: só falta mesmo é “melhorar” a poluição sonora.
Já pensaram que disputa! As fábricas de equipamento de som equipando carrinhos de mão um mais incrementado que o outro. E nós, pobres mortais cada vez mais estressados para se livrar disso tudo!
E depois dizem que os animais são irracionais!
Valmir Ludvig