sábado, 31 de outubro de 2009

MST

Manifesto em defesa do MST recebe mais de
cinco mil assinaturas 29 de outubro de 2009
Nesta quinta-feira (29/10), o manifesto Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais, em defesa do MST, atingiu a marca das cinco mil assinaturas. O documento, idealizado por dezenas de intelectuais do Brasil e do mundo, denuncia todo o processo de criminalização do MST a partir dos últimos acontecimentos, em especial a exploração da mídia no caso da ocupação das fazendas controladas irregularmente pela Cutrale e a instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) contra o Movimento.Entre as personalidades que assinam o texto, estão brasileiros como Antonio Candido, Luis Fernando Veríssimo e Emir Sader. Estrangeiros como o uruguaio Eduardo Galeano, o espanhol Ignácio Ramonet, o francês Michael Lowy e o português Boaventura de Souza Santos.O manifesto lembra que a titularidade das terras da Cutrale é contestada e que não há nenhuma prova da participação de trabalhadores do MST na destruição de máquinas e equipamentos da empresa. “Há um objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola – cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 – e viabilizar uma CPI sobre o MST”, denuncia o texto, que chama a atenção, também para a crescente concentração fundiária no país e para a violência em conflitos agrários. “Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.” Leia abaixo a íntegra do manifesto:Contra a violência do agronegócio e a criminalização das lutas sociais As grandes redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas, imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo.Uma informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.Bloquear a reforma agráriaHá um objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola - cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 - e viabilizar uma CPI sobre o MST. Com tal postura, o foco do debate agrário desloca-se dos responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que lutam pelo direito do povo. A revisão dos índices evidenciaria que, apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim, disponível para a reforma agrária.Para mascarar tal fato, está em curso um grande operativo político das classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social brasileiro, o MST. Deste modo, prepara-se o terreno para mais uma ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira.O pesado operativo midiático-empresarial visa isolar e criminalizar o movimento social e enfraquecer suas bases de apoio. Sem resistências, as corporações agrícolas tentam bloquear, ainda mais severamente, a reforma agrária e impor um modelo agroexportador predatório em termos sociais e ambientais como única alternativa para a agropecuária brasileira.Concentração fundiáriaA concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total, enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%. As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras agrícolas do agronegócio.Conforme a Comissão Pastoral da Terra (CPT, 2009) os conflitos agrários do primeiro semestre deste ano seguem marcando uma situação de extrema violência contra os trabalhadores rurais. Entre janeiro e julho de 2009 foram registrados 366 conflitos, que afetaram diretamente 193.174 pessoas, ocorrendo um assassinato a cada 30 conflitos no primeiro semestre de 2009. Ao todo, foram 12 assassinatos, 44 tentativas de homicídio, 22 ameaças de morte e 6 pessoas torturadas no primeiro semestre deste ano.Não violênciaA estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência, ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a reforma agrária.É preciso uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados pela maioria da população brasileira.Contra a criminalização das lutas sociaisConvocamos todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais, realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil.
Exterior: Eduardo Galeano - Uruguai / István Mészáros - Inglaterra / Ana Esther Ceceña - México / Boaventura de Souza Santos - Portugal / Daniel Bensaid - França / Isabel Monal - Cuba / Michael Lowy - Francia / Claudia Korol - Argentina / Carlos Juliá – Argentina / Miguel Urbano Rodrigues - Portugal / Carlos Aguilar - Costa Rica / Ricardo Gimenez - Chile / Pedro Franco - República Dominicana
Brasil: Antonio Candido /Ana Clara Ribeiro / Anita Leocadia Prestes / Andressa Caldas / André Vianna Dantas / André Campos Búrigo / Augusto César / Carlos Nelson Coutinho / Carlos Walter Porto-Gonçalves / Carlos Alberto Duarte / Carlos A. Barón / Cátia Guimarães / Cecília Rebouças Coimbra / Ciro Correia / Chico Alencar / Claudia Trindade / Claudia Santiago / Chico de Oliveira / Demian Ternera de Melo / Emir Sader / Elias Santos / Eurelino Conejo / Eleuterio Prado / Fernando Vieira Velloso / Gaudêncio Frigotto / Gilberto Maringoni / Gilcilene Barón / Irene Seigle / Ivana Jinkings / Ivan Pinheiro / José Paulo Netto / Leandro Konder / Luis Fernando Veríssimo / Luiz BassegioLuis Acosta / Lucia Maria Wanderley Neves / Marcelo Badaró Mattos / Marcelo Freixo / Marilda Iamamoto / Mariléa Venancio Porfirio / Mauro Luis Iasi / Maurício Vieira Martins / Otília Fiori Arantes / Paulo Arantes / Paulo Nakatani / Plínio de Arruda Sampaio / Plínio de Arruda Sampaio Filho / Renake Neves / Reinaldo A. Carcanholo / Ricardo Antunes / Ricardo Gilberto Lyrio Teixeira / Roberto Leher / Sara Granemann / Sandra Carvalho / Sergio Romagnolo / Sheila JacobVirgínia Fontes / Vito Giannotti

Acendimento da Chama do Amor

Ontem foi o acendimento das Chamas dos Jogos Abertos de Santa Catarina. Uma bonita cerimônia aconteceu no Bandeirante. Mas o que me chamou a atenção e me emocionou foi uma conversa que tive com um cidadão que adotou uma criança. Esse cidadão tinha dois filhos já crescidos e resolveu adotar essa criança porque a mãe disse que se ele não levasse qualquer outro poderia levar. Conversou com os filhos e com a família e deixou claro que se tiver herança tudo seria dividido por três. Toparam e a criança veio. O que chamou a atenção é que ele não quis dar seu sobrenome à criança, quis apenas a guarda. Aliás, o juiz disse que isso é um caso inédito. O jeito, a ternura, a visão bonita desse cidadão contando os detalhes da adotação me fizeram pensar bastante. Como eu estava azedo nesse dia por conta das bobagens ditas e noticiadas pela imprensa, foi um alento escutar essa bonita história. Essa história que certamente não interessa para a imprensa. O que se gosta mesmo de noticiar é tragédia, marido que bate na mulher, filho que mata o pai. Agora, esse negócio de amor aos outros pouco é explorado. Quando acenderam a Chama dos Jogos Abertos, ao meu lado tinha outra Chama bem acesa. A Chama que falta para que o mundo seja melhor. Essa conversa apenas deixa evidente, que apesar de não ser motivo de noticiários, em meio à sociedade há muitos gestos bonitos de solidariedade acontecendo. Há sempre esperança!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Eta mundão

Hoje levantei mal humorado. Parecia que estava adivinhando. Li as notícias do dia e fiquei envergonhado. Os Meios de Comunicação desqualificam, danificam, despolitizam, edificam, dão destaque, tudo de acordo com os seus interesses e são extremamente dependentes do dinheiro que os financiam. Sobra sempre pro pobre e para aqueles que questionam a forma da sociedade se organizar. Passam-se por sérios e não podem ser questionados porque detonam aqueles que expõem sua hipocrisia. Como disse, hoje estou azedo. É impossível não ficar indignado perante notícias que escondem coisas boas que são feitas e que só são ditas se forem pagas. Dão ênfase a tudo aquilo que "vende". Qualquer coisa que qualquer cidadão, grupo ou entidade fizer que der 99% certo, o destaque vai ser dado para aquilo que qualquer bestalhão levantar para por em dúvida qualquer coisa, desde que isso "venda". Confesso que isso me provoca "vômitos". Reafirmo: hoje estou azedo.

Fenarreco - Prestação de Contas

Conversei com Gustavo (Procurador do Municípo) sobre a Prestação de Contas da Fenarreco. Ele me disse que o que foi apresentado foram os números gerais e que tudo está bem transparente para quem quiser detalhes. Interessante que alguns que nunca cobraram nada da falta de transparência em relação às Fenarrecos do passado, aparecem agora fazendo "festa" em cima de suposições. Todos foram convidados para participarem no Salão Nobre da Prefeitura. Uns foram, falaram. Outros calaram. Pior: os que não apareceram, agora aparecem como defensores de uma transparência que nunca tiveram. Quando agora, se trata dessas coisas de forma transparente, querem desqualificar. Que coisa pequena!!

Eureka

Custei, mas descobri!
Me cortaram do Jornal Tribuna Regional por causa da cor dos meus olhos!!

Covardia

Por e-mail recebemos manifestações de muita gente que se esconde atrás de nomes falsos para expressarem as idéias - geralmente mentiras - que não tem a coragem de assumir. Nos jornais aparecem também essas figuras, que contam com o apoio de direções espúrias que usam a comunicação para interesses igualmente espúrios. Esses mesmos são aqueles que criticam, por exemplo, Dilma, que numa situação de perseguição, de risco de vida, teve que mentir e assumiu isso, para salvar a pele dos que lutavam contra a ditadura, na busca da democracia. Na ditadura era o meio para se salvar. Hoje muitos desses que trocam o nome covardemente, criticam a atitude de Dilma. A hipocrisia é inerente a esse tipo de gente sem coragem e que vive apenas maquinando as coisas nos bastidores.

Controle Social dos Meios de Comunicação (1)

Tem gente que faz confusão. Pensa que é censura. Controle social é a comunidade participar e poder escolher, falar, influenciar na progranmação. Esse negócio de dizer que é só trocar o canal, não ler determinado jornal, poder escolher é balela. Como escolher diante de coisas que ficam "muito parecidas"? Como escolher diante de regras que os Meios de Comunicação impõem? O que fazer diante da falta de ética de muitos profissionais da informação que sempre ficam do lado de quem dá mais dinheiro? Não querer discutir isso é mau sinal. Meios de Comunicação não é só "para quem entende". Todos somos atingidos pelas notícias e temos direito de refletir sobre a forma como elas são veiculadas. Tem gente que está preocupada com a Venezuela, com o Chaves. Mas cala diante das atrocidades das autoridades assassinas americanas? Quem representa o mal? E o pior é que os Meios de Comunicação reproduzem ideologias, pensamentos e falam em "liberdade de imprensa" como se estivessem acima do bem e do mal. Essa reflexão precisa ser feita. A população tem direito sim de dizer que fazer propaganda de produtos para criança deve ter controle sim. E tantos outros pontos que merecem uma boa conversa. Quem não quer controle, ou não entendeu o que se quer, ou quer mesmo continuar fazendo o jogo dos que ganham inescrupulosamente com a comunicação. Enquanto pingam algumas migalhas, alguns ficam defendendo os grandes meios, mesmo que pensem ou digam o contrário. Quando a água "bater na bunda", talvez pensem um pouco diferente.

Honduras

Corajosa a posição do Brasil em Honduras abrigando o legítimo presidente em sua embaixada. Democracia se pratica com atos. Foi o que o Brasil fez. Muitos paises falam muito e só se envolvem quando seus interesses entram em jogo. Independentemente dos desdobramentos, o presidente Lula, o Brasil, mais uma vez deram uma demonstração para o mundo, que podem tanto quanto os outros influenciar positivamente nos destinos da verdadeira democracia (se é que ela existe). Aliás, democracia que não existe de forma absoluta em lugar nenhum do mundo.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Alô

Interessante esses telefonemas dados para alguns programas de Rádio. Tem emissora que leva a sério, buscando saber de fato quem está do outro lado da linha. Já outras emissoras aceitam qualquer outro nome do outro lado. Sabe-se que até combinam com algumas pessoas (que não dizem seus nomes verdadeiros) para que façam as ligações. Para dar audiência usam desse expediente. Dão ares de seriedade nessa prática que envergonha o bom jornalismo.

Fenarreco - Transparência

A prestação de contas da Fenarreco feitas no salão Nobre da Prefeitura na semana passada, infelizmente acendeu a ira daqueles que sempre fizeram as coisas atrás das 4 paredes. Uma parte dos meios de comunicação, tentou desqualificar o evento. Comprometidos, patrocinados e patrocinadores de práticas espúrias, aparecem agora como duros fiscalizadores, sem ter passado de credibilidade. As colocações, argumentações maldosas, desprovidas de sentido e fundamento depõe contra o bom jornalismo. Esperamos que isso mude! Os tempos são outros. É preciso fiscalizar, mas ter bom senso, escutar "todos os lados".

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Puxando a camisa de Deus (Artigo)

Imagino Deus à vontade e um bando de puxa sacos puxando sua camisa para chamar a atenção.
Imagino muita gente ao redor e cada um fazendo força para mostrar que gosta e quer ter Ele bem perto. Imagino as igrejas, os atletas de Cristo, padres, pastores, fiéis, cristãos, muçulmanos, cada um querendo ficar pertinho do cangote Dele.
Em minha imaginação, lá pelas tantas a camisa de Deus está em frangalho. De tanto tanta gente puxar, esticou, já que imagino que Deus seja bem simples e não faz questão de malha de marca.
Daí olho, no meu olhar imaginativo, nem sei se existe essa palavra, mas sei que isso não faz a menor diferença para Deus, e vejo Deus fugindo da badalação, dizendo que não precisa nada dessa humilhação boba para querer agradá-lo.
Continuo imaginando aquela camisa ainda mais estragada, cada um agora tentando levar uma lembrancinha e disputando o maior pedacinho, para dizer que Deus “é mais meu” porque tenho o pedacinho maior.
Fico ainda imaginando, o que será que Deus está pensando dessas minhas suposições, bobagens, imagens, abstrações, imaginações?
De certo Ele fica lá no cantinho de seu pensamento pensando: “Pois é! Criei tudo e agora fica essa criatura que levou nove meses para nascer, pensando essas coisas. Seria melhor que tivesse fazendo algo útil”. Depois, imagino Deus, na sua infinita misericórdia dizendo para os que estão ao seu lado, que nem sei direito quem são esses, que “cada ser criado tem a liberdade de pensar, falar, dizer, imaginar e ocupar sua mente, desde que tudo o que pensa e o que faz não prejudique os outros”. E olha só que coragem a minha: colocar palavras na boca de Deus. E lá fico pensando de novo: Será que Ele tem boca?
Acredito que todos esses meus pensamentos e todos os pensamentos dos que gostam de pensar e se permitem pensar, supor, imaginar, devem estar protegidos por Deus. É sim! Acredito que Ele é amigo. Que Ele é paciente. Pode ser que tem gente que me lê, que não me entende. Ah! Mas Ele sabe direitinho o meu pensamento. Pensamento que nesse exato momento só pensa em escrever o que pensa. E que se dane quem não respeita o pensamento de quem pensa aquilo que dizem que não deve ser pensado. Penso! E pronto!
Se o que penso não agrada. Bem, daí já pode ser opinião, julgamento.
Muitas vezes lemos e não pensamos o que lemos. Tiramos conclusões antes mesmo de acabar o que lemos. Lemos pela metade. Lemos só o que concordamos. Abstraímos o que não nos apetece. E perdemos. Perdemos a oportunidade de conhecer o que não conhecemos. Nos precipitamos.
Imaginamos mas não escrevemos o que imaginamos. Perdemos e os outros perdem. Escrever só o que os outros querem ler, é relativamente fácil. Escrever, expor o que imaginamos já é um pouco mais difícil. Já estaremos sob o julgamento dos que não suportam ler o que dizem os que pensam. Porque uma coisa é pensar e outra coisa bem diferente é dizer o que se pensa. E também é verdade que às vezes é bom nem dizer. Se dissermos assusta e pode até nos por na cadeia. Porque a gente sabe que todo mundo sabe, mas não pode ser dito. Ou pode ser dito na rodinha, mas não pode ser dito e muito menos escrito o que verdadeiramente está se pensando.
Se o que penso não vale a pena ser lido. Que se use a página para embrulhar peixe. Com isso já fico contente. Já mostra que o que escrevi não foi em vão. Um peixe está sendo transportado para uma ceia. Um encontro. Uma reconciliação. Uma celebração.
Bem! Nem tudo que a gente escreve é em vão! A folha do jornal pode virar embrulho de peixe e gerar uma grande refeição.
Bom apetite a todos!
Valmir Coelho Ludvig

Em tempo: esse artigo foi publicado em jornal local
antes de ser cortada a coluna que escrevia semanalmente.
Não acredito que o corte tenha sido obra de Deus.

domingo, 25 de outubro de 2009

Democracia/Terrorismo

Coisa estúpida que continuo ouvindo:
que os Estados Unidos são um exemplo de democracia!
Que os Estados Unidos combatem o terrorismo
como se eles não fossem terroristas.

sábado, 24 de outubro de 2009

Egos

Percebo em vários setores de nossa sociedade que os egos são muitas vezes incontroláveis. É um negócio de doido. Também gosto de reconhecimento, de valorização, mas há muitas coisas que extrapolam todos os limites. O Governo Municipal tem aberto vários espaços para discussões, investimentos, encaminhamentos que nunca aconteceram na cidade. Muitos que calaram durante anos, agora buscam manchetes para aparecer, para desqualificar, para desmerecer iniciativas do governo. Muitas vezes a vontade é dizer abertamente essas coisas, mas como mexer com egos é perigoso, temos que ir falando um pouco por metáforas para que a sociedade aos poucos perceba que muitas de suas lideranças atrapalham os avanços, as mudanças necessárias.